PENSAMENTO
Por vezes devemos despertar algumas consciências. Que não sendo inconsciêntes, estão adormecidas. Porque o pior sono, é aquele que se deita, sobre um travesseiro sem consciência.
Alexandrina Silva.
domingo, 18 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
POEMA ANGOLA
Angola
Quando te abandonei
Muito por ti chorei
Nunca deixei de te amar
E quero um dia voltar
E sei que esse dia vai chegar
Para à minha gente abraçar
E o teu chão beijar
Com emoção
Para retirar toda a mágoa
E saudade
Que trago guardada
No meu coração
Não sei quando aí irei
Mas sei...que voltarei
Alexandrina Silva
Angola
Quando te abandonei
Muito por ti chorei
Nunca deixei de te amar
E quero um dia voltar
E sei que esse dia vai chegar
Para à minha gente abraçar
E o teu chão beijar
Com emoção
Para retirar toda a mágoa
E saudade
Que trago guardada
No meu coração
Não sei quando aí irei
Mas sei...que voltarei
Alexandrina Silva
MÃE NEGRA
POEMA
MÃE NEGRA
Tu mãe negra
Que viste partir um dia
Os teus meninos brancos
Que no teu colo embalaste
Amaste e criaste
E quando te abandonaram
Muito por eles choraste
Tu mãe negra
Que viste os teus filhos
Morrerem na guerra, estúpida
Entre irmãos
Na tua própria terra
E que muito te feriu
Porque só a alguns
interesses serviu
Tu mãe negra
Quem em silêncio
Continuas sofrendo
E chorando
Porque a Pátria
Que os libertou
Com o sofrimento
Dos teus filhos
Ainda não acabou
Alexandrina Siva
MÃE NEGRA
Tu mãe negra
Que viste partir um dia
Os teus meninos brancos
Que no teu colo embalaste
Amaste e criaste
E quando te abandonaram
Muito por eles choraste
Tu mãe negra
Que viste os teus filhos
Morrerem na guerra, estúpida
Entre irmãos
Na tua própria terra
E que muito te feriu
Porque só a alguns
interesses serviu
Tu mãe negra
Quem em silêncio
Continuas sofrendo
E chorando
Porque a Pátria
Que os libertou
Com o sofrimento
Dos teus filhos
Ainda não acabou
Alexandrina Siva
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
POEMA
SILÊNCIO DO TEMPO
No silêncio do tempo
Está o tempo que corre
Mas o tempo tem tempo
O tempo não morre
E nós aflitos
Atrás dele a correr
Nem sequer temos tempo
De poder pensar
Que a qualquer momento
Tudo pode acabar
Pára e reflecte
Porque a vida é um sopro
Que se esfuma no ar
E não se repete
Alexandrina Silva
SILÊNCIO DO TEMPO
No silêncio do tempo
Está o tempo que corre
Mas o tempo tem tempo
O tempo não morre
E nós aflitos
Atrás dele a correr
Nem sequer temos tempo
De poder pensar
Que a qualquer momento
Tudo pode acabar
Pára e reflecte
Porque a vida é um sopro
Que se esfuma no ar
E não se repete
Alexandrina Silva
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
POEMA
CORAÇÂO MISTO
Sou mestiça de alma
E coração
Mistura de Angola e Portugal
Por isso não consigo separar
A raíz que foi criada por amor
Entre povos
Que têm muito a dar
Escolhi Portugal por opção
Foi escolha do coração
Por isso fico triste
Quando vejo
A tristeza que vai na alma
Deste Povo
De ver Portugal a arder
E sem se ver
Quem queima a Nação
E o nosso coração
Quero ver Portugal sorrir
Com empregos, saúde e educação
Com uma Função Pública
Mais humanizada
Que trabalhou tantos anos
Para nada
Porque este mesmo Povo
Com outra gestão lá fora
Somos os melhores do mundo
A trabalhar
Mas para tanto também temos
Que ganhar
Somos sérios, trabalhadores
Competentes
Mas precisamos de motivação
E amor
Para ver se acalmamos esta dor
Que corrói a alma
De quem ama este País
E o tráz no coração
E que pede apenas
Trabalho e produção
Para que nunca
Se deixe cair
Esta Nação
Alexandrina Silva
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